02
jul
07

recentemente se foi o pai do meu humanismo.

pensar com elegância, fora das convenções.

com um livro em mãos, nunca se está só.

o homem que me ensinou a pensar criticamente. pai do meu primeiro grande amigo. o pai do meu humanismo.

aprendi que com um livro em mãos, nunca se está só.

aprendi a ter coerência entre o que se crer e o que se diz crer.

e aprendi que não basta crer, se não praticar.

nunca foram aulas. nunca de forma paternalista.

as lições vinham de bate-papos na varanda, ou no almoço encomendado de domingo.

só depois de muito tempo pude perceber o impacto desses ensinamentos na natureza do meu pensamento.

liguei para o filho, meu primeiro grande amigo, e fui pego por uma tristeza tão inesperada, que liguei para conforta-lo e acabou ele me confortando.

coisas da vida

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