13
nov
07

recíproca


Modéstia totalmente à parte.

Somos os melhores e sabemos disso.

Somos os melhores no que fazemos e entre nós não precisamos mentir.

Você acredita em mim mais do que eu mesmo.

Acredito em você mais do que você mesmo.

A recíproca também é verdadeira.

E a vida segue nessa sincronia.

.

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9 Responses to “recíproca”


  1. 1 Anonymous
    novembro 13, 2007 às 4:00 pm

    O melhor de ser o melhor é a consciência de sê-lo. A consciência do outro em tê-lo como melhor é ilusória, como é também ilusória a própria admissão do amor alheio.

  2. 2 Marcos
    novembro 13, 2007 às 6:34 pm

    e a recíproca, é verdadeira.

  3. 3 Marcos
    novembro 13, 2007 às 6:49 pm

    E pro anônimo aí de cima, deixe de niilismo bobo e vá viver a vida.

    Feito dessa, o niilismo só serve pra masturbação intelectual ou pra esconder a não-percepção das sutilezas.

    ademais, não há nada de alheio no amor – e até anônimos sabem disso.

  4. 4 Anonymous
    novembro 13, 2007 às 9:44 pm

    A consciência de ser o melhor não é niilista. Muito menos niilista é o amor alheio. O maior simbolo do niilismo é o amor, desses de cruzar o atlantico, e que há muito tempo precisou ser niilista para poder ser o próprio amor…Sei que me entende…

  5. 5 Anonymous
    novembro 13, 2007 às 9:50 pm

    o que é niilismo?

  6. 6 Marcos
    novembro 13, 2007 às 10:08 pm

    aos anônimos (da wikipedia, o novo pai-dos-curiosos):

    Nihilism (from the Latin nihil, nothing) is a philosophical position, sometimes called an anti-philosophy, which argues that Being, especially past and current human existence, is without objective meaning, purpose, comprehensible truth, or essential value.

    Obviamente, a consciência de ser o melhor não é niilista – a etimologia explica, consciência vem de conhecimento, conhecer; logo quase-imediatemente oposto à representação do não-conhecimento/existente absoluto, o niilismo.

    Em todo caso, está claro que o meu comentário se refere objetivamente às idéias relativas à consciência como ilusória (é perene, relativa; mas nunca ilusória).

    E sobre o amor – meu amigo, por favor não confunda a desconstrução de conceitos pela (pós)modernidade com acusações de niilismo. Repito: perceba as sutilezas.

    Se tiver dúvidas, pode ir no wikipedia.

  7. 7 Anonymous
    novembro 13, 2007 às 11:24 pm

    Fico feliz que o texto tenha terminado como começou…Modéstia totalmente à parte…

  8. 8 Anonymous
    novembro 13, 2007 às 11:30 pm

    Para não me acusarem mais uma vez de niilista, vejo que a discussão termina como começou o texto. Modestia totalmente à parte…

  9. 9 Anonymous
    novembro 14, 2007 às 12:01 am

    não entendi. mas a modéstia não era ilusória?


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