18
maio
08

arte, encontros e o amor eterno

conheço tudo de jorge, mas nunca li zélia.

conheci zélia, e nunca vi jorge.

era estudante e ela foi ao colégio para falar sobre literatura. acabou falando sobre o que a literatura lhe proporcionou.

mais do que fama, reconhecimento, dinheiro ou realização, a arte proporcionou a zélia encontros.

sartre e simone de bevoir conheceram o brasil a seu convite. caymmi, verger, carybé, di cavalvanti… todos frequentaram a casa do rio vermelho.

em defesa a fundação casa de jorge amado, joão ubaldo disse: “gil, sem jorge você talvez fosse apenas uma hipotese…”

foi num jantar com neruda que zelia e jorge começaram a namorar.

a arte e a arte dos encontros.

o melhor é que apesar da convivência com as mentes mais importantes da arte e da cultura do século passado, para zélia só havia jorge, e para jorge só havia zélia.

não acredito num amor diferente do que habitou a casa do rio vermelho. como escreveu nelson “todo amor é eterno. se não é eterno, não era amor.”

hoje zelia e jorge podem desfrutar da eternidade.

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